terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Há coisas que me perturbam...


Uma delas é o facto de na maioria das vezes em que uma mulher tem uma atitude um pouco mais agressiva ou radical, os primeiros comentários que se fazem, nas suas costas, obviamente, aludem sempre Freud, na perspectiva da falta de "afecto" (por assim dizer). Não é concedida à mulher qualquer tolerância a atitudes mais rigorosas e intransigentes. No caso dos homens que adoptam esta postura, ninguém faz esse tipo de comentários! Não é de todo justo! O sucesso de uma mulher é sempre analisado tendo em conta o esteriotipo de frieza e insensibilidade...É de louvar o esforço que as mulheres com uma carreira brilhante têm para cuidar da sua profissão, família, casa, e de si e ainda mostrarem-se sorridentes aos demais! É injusto!
Mas como a Serigaita B. diz Life is a bitch then we die

Serigaita L.

sábado, 9 de janeiro de 2010

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Feliz Ano Novo!!!

Sequer vou fazer um daqueles textos todos piegas onde se deseja tudo e mais alguma coisa para o novo ano...

Serigaita L.


quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Feliz Natal

Blá blá blá... a conversa do costume.
Serigaita B.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Palavra do dia:


Cada dia que passa, custa mais...
Serigaita B.

Uma pinga, duas pingas...

... dilúvio!!!
Serigaita B.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Mas que frrrrrrrrrrrio!!


Ora, pois que agora posso dizer com conhecimento de causa (e sentindo-o directamente na pele!): tal é o frio que faz em Beja!! Jasus! Mas nem tudo é mau. Se durante o dia até a alma arrefece, quando chego a casa, já de noite, tenho o melhor aquecedor do mundo: calor humano. E que bem que sabe estar juntinhos, bem agarradinhos à espera que o frio nos abandone de vez... ou pelo menos até à manhã seguinte.

Como estamos perto do fim do ano, já me está a dar aquela pancada de fazer balanços de vida. E posso dizer que este ano tem sido bem cheio. Altos e baixos, como é da praxe, mas o último semestre até me correu bastante bem. Desde enfrentar outra vez o desemprego, até acabar com um namoro, ver alguém muito próximo num hospital, ter discussões bastante azedas com os pais, mudar de vida radicalmente... e agora, cá estou. Já numa fase tranquila, com trabalho, bem com a familia e muito bem de amores. Quem me conhece bem, sabe que a parte amorosa ocupa uma grande percentagem da minha felicidade ou infelicidade. Sempre tive alguma facilidade em dar a volta por cima das mais diversas situações, mas os (des)amores consomem-me bastante. Neste momento, sinto-me bem, calma, em paz comigo e com a minha consciência, porque tenho todos os dias a prova de que fiz a escolha acertada. Ainda bem que mudei tudo, e que me vim embora para perto de quem queria. Se assim não tivesse sido, provavelmente teria desperdiçado (outra vez) a oportunidade de ser feliz.

Vendo bem as coisas, não é todos os dias que nos reaparece uma pessoa que já fez parte da nossa vida há não sei quantos anos e a coisa faz *plim*, assim sem avisar, sem estarmos à espera de nada, sem planear. E tal como da primeira vez, também agora tudo aconteceu de forma natural. Tem sido tão saboroso viver esta relação, assim mesmo... naturalmente! Sem enredos, sem estar a pensar "não posso dizer isto, não posso fazer aquilo". Somos como somos, e gostamos assim. Não cabe em palavras a felicidade que é poder estar com alguém, e rir pelas coisas mais estúpidas, falar de assuntos sérios, sair para dançar, ficar na cama a ver um filme, ou simplesmente estar sentados no carro a olhar para o céu e a ouvir música. As coisas mais simples, mais banais de todos os dias, fazem-nos sorrir e agradecer ao destino por nos ter dado esta segunda oportunidade.


Acabo este ano de coração cheio.

E já agora, um super obrigado a quem me ajudou e me apoiou nesta mudança. Love you all.


Serigaita B.